Jesus de Nazaré de Franco Zeffirelli

Um dos mais belos filmes sobre a história de Jesus Cristo é Jesus de Nazaré (Jesus of Nazareth) de Franco Zeffirelli, produção de 1977. Com mais de 4 horas de duração, o belíssimo filme retrata diversos momentos da vida de Cristo, do Seu nascimento à ressurreição baseando-se nas passagens retratadas nos Evangelhos. A produção traz em seu elenco atores espetaculares como Robert Powell, Anne Bancroft, Ernest Borgnine, James Earl Jones, Laurence Olivier, Olivia Hussey, dentre outras grandes estrelas do cinema.

Zeffirelli, em 1972, tinha feito outro filme com temática cristã, o também belíssimo Irmão Sol, Irmã Lua que conta a história de São Francisco e Santa Clara de Assis.

Uma obra-prima do cinema sobre a vida de Jesus para vermos e revermos sempre. Que a luz de Cristo abençoe e ilumine a todos nós!!

jesus de nazareth-Robert PowellRobert Powell como Jesus Cristo

jesus de nazareth-Anne BancroftAnne Bancroft como Maria Madalena

jesus de nazareth-Ernest BorgnineErnest Borgnine como O Centurião

jesus de nazareth-Claudia CardinalleClaudia Cardinale como A Adúltera

jesus de nazareth-James FarentinoJames Farentino como Simão Pedro

jesus de nazareth-James Earl JonesJames Earl Jones como Baltazar

jesus de nazareth-stacy keachStacy Keach como Barrabás

jesus de nazareth-Ian McShaneIan McShane como Judas

jesus de nazareth-Sir Laurence OlivierLaurence Olivier como Nicodemus

jesus de nazareth-christopher-plummerChristopher Plummer como Herodes Antipas

jesus de nazareth-anthony quinnAnthony Quinn como Caiaphas

jesus de nazareth-Rod SteigerRod Steiger como Poncio Pilatos

jesus de nazareth-Peter UstinovPeter Ustinov como Herodes

jesus de nazareth-joão batistaMichael York como João Batista

jesus de nazareth-Olivia HusseyOlivia Hussey como Virgem Maria

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Dicas de Filmes – Computação gráfica e cinema

Uma breve listagem com alguns dvds essenciais que não podem faltar na prateleira de quem quer compreender mais sobre o entrelaçamento entre computação gráfica e cinema.

1) Tron – o filme de 1982 é um dos maiores marcos da computação gráfica no cinema, pois foi o primeiro filme a utilizar em grande escala esta técnica.


2) O disco bônus da primeira trilogia de Star Wars – 
A criação da Industrial Light and Magic (ILM), empresa de George Lucas, foi decisiva para a evolução da computação gráfica no cinema. Muitos avanços que vemos hoje em dia na área de efeitos visuais nasceu nos computadores da ILM. Este dvd mostra a trajetória desta empresa, no especial A Força está com eles. O Legado de Star Wars.


3) O Enigma da Pirâmide –
neste filme é apresentado o primeiro personagem inteiramente digital para um filme live-action.


4) Willow – Na Terra da Magia –
 neste filme temos o primeiro efeito morphing da história do cinema.


5) O Segredo do Abismo –
o pseudópode de água do filme é o primeiro personagem digital que ao ser colocado na cena com os atores interage de forma convincente ao público.


6) O Exterminador do Futuro II –
o próximo passo do entrelaçamento entre computação gráfica e cinema foi dado neste filme, com a criação do personagem digital T-1000, mais uma evolução da técnica morphing.


7) Jurassic Park –
Os primeiros seres vivos realistas feitos em computação gráfica, no caso, os dinossauros, foram criados para esta grande produção.


8) Forrest Gump –
aqui temos a questão dos chamados efeitos invisíveis, ou seja, há vários efeitos realizados para o filme que não percebemos que foram feitos em computação gráfica. Bons exemplos são as cenas da pena voando, a cena em que Forrest Gump participa de um jogo de futebol americano e também a sequencia em que ele aparece falando diante de uma multidão em frente ao Lincoln Memorial em Washington D.C.

Dica de Leitura: Lendo as Imagens do Cinema

Estou lendo este ótimo livro da Editora Senac São Paulo, dos autores Laurent Jullier e Michel Marie. Lendo as Imagens do Cinema, nos apresenta ferramentas da análise fílmica, no nível do plano, no nível da sequência e no nível do filme. Como dito no livro: “(…) As figuras fílmicas serão então classificadas segundo sua “ordem de grandeza”, segundo sua intervenção no nível do plano (parte do filme situada entre dois pontos de corte), no nível da sequência (combinação de planos que compõem uma unidade) ou no nível do filme inteiro (combinação de sequências).” (p. 20 do livro).

O livro analisa sequências de filmes de diversos gêneros, como o cinema mudo, trazendo a análise de uma sequência de Viagem à Lua (1902) de Georges Méliès e de Outubro (1927) de Sergei Eisenstein e Grigori Aleksandrov. Já no capítulo, “O cinema da modernidade”, os autores analisam sequências de obras como O Sétimo Selo (1956) de Ingmar Bergman.

O Médico e o Mostro (1941) de Victor Fleming, À Beira do Abismo (1946) de Howard Hawks, Um Corpo que Cai (1958) de Alfred Hitchcock, Professor Aloprado (1963) de Jerry Lewis, Apocalypse Now (1979) de Francis Ford Coppola, O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel (2001) de Peter Jackson e Cidade de Deus (2002) de Fernando Meireles, dentre outros títulos, tem sequências analisadas pelos autores.

Com a leitura do livro, me deu vontade de ver e rever muitos filmes. E o primeiro será Outubro, seguindo a sequência do livro. É interessante ver os filmes e depois revê-los acompanhando a sequência escolhida pelos autores para a análise.

Fica a dica aqui, então, deste ótimo livro!