Perdido em Marte, filme de Ridley Scott estreia em outubro

 

Perdido em Marte (The Martian), de Ridley Scott promete ser um grande sucesso de público. O filme de ficção científica é baseado no livro de Andy Weir.

Estrelado por Matt Damon, Perdido em Marte conta a história de um astronauta que é dado como morto após uma missão para Marte. Mas ele sobrevive e luta para continuar vivo no planeta.

O filme conta no elenco com nomes como Jessica Chastain, Kristen Wiig, Kate Mara e Sean Bean.

Ridley Scott dirigiu outros filmes de ficção científica de sucesso como Alien, o Oitavo Passageiro (1979) e Blade Runner, o Caçador de Andróides (1982).

Confiram o trailer dublado do filme.

 

“Gravidade”, o grande vencedor do VES Awards deste ano

Gravidade, filme de Alfonso Cuarón, é o grande vencedor do 12th Annual VES Awards, prêmio dado pela The Visual Effects Society (VES).

O filme levou seis prêmios. Confiram no link do site a relação dos prêmios ganhos: http://www.visualeffectssociety.com/12th-Annual-VES-Awards-Winners

gravity-poster

Segue abaixo uma relação de matérias e entrevistas sobre os efeitos visuais de Gravidade, que também ganhou o prêmio Bafta de Melhores Efeitos Visuais este ano e é um dos grandes favoritos ao Oscar também nesta categoria.

http://www.framestore.com/work/gravity

http://www.cgsociety.org/index.php/CGSFeatures/CGSFeatureSpecial/gravity

http://www.3dartistonline.com/news/2013/12/creating-gravitys-earth-stars-and-lense-flares/

http://www.fxguide.com/featured/gravity/

http://www.thewrap.com/gravity-sandra-bullock-george-clooney-alfonso-cuaron-space-visual-effects

Confiram também o excelente vídeo da empresa de efeitos visuais Framestore sobre os efeitos visuais do filme.

Retrospectiva 2013-Efeitos visuais no cinema: Gravidade

Gravidade poster

Sem dúvida alguma, Gravidade (Gravity) de Alfonso Cuarón é um dos melhores filmes deste ano de 2013.

O filme concorrerá a quatro Golden Globes em 2014: Melhor Filme, Melhor Atriz para Sandra Bullock, Melhor Diretor para Alfonso Cuarón e Melhor Trilha Sonora Original para Steven Price.

Um dos maiores destaques no filme são os efeitos especiais. Assistam o excelente vídeo que mostra entrevistas do diretor, atores e trata também sobre o making of do filme :

Retrospectiva 2013-Efeitos visuais no cinema: Círculo de Fogo

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O filme Círculo de Fogo (Pacific Rim), dirigido e produzido por Guillermo del Toro, é um dos pré-indicados ao Oscar de Melhores Efeitos Visuais de 2014.

Confiram abaixo videos que mostram artes conceituais e a realização dos efeitos visuais no filme.

Os efeitos visuais de Prometheus

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Prometheus (2012) é o prelúdio de Alien, o Oitavo Passageiro (1979). Com direção de Ridley Scott, o filme foi indicado ao Oscar de Melhores Efeitos Visuais de 2013.

Confiram um vídeo sobre a realização dos efeitos.

Westworld e Futureworld

Westworld (1973) foi o primeiro filme comercial a utilizar a computação gráfica. O filme de ficção científica mostra um parque de diversões futurístico que simula três ambientes: Roma Antiga, Idade Média e o faroeste americano e que é habitado por robôs com aparência humana programados para entreter os visitantes. A computação gráfica foi utilizada para representar a visão do personagem robô principal que é interpretado pelo ator Yul Brynner. Imagens do filme foram tratadas digitalmente de forma que ficassem pixeladas, representando o ponto de vista do robô.

 

Em Futureworld, continuação de Westworld, lançado em 1976, temos pela primeira vez no cinema uma imagem em 3D criada em computação gráfica. Tratava-se do rosto digitalizado do ator Peter Fonda, que interpretava um dos personagens principais. A computação gráfica 2D é utilizada para produzir uma cena em que guerreiros samurais são materializados, sendo para isto criado um efeito pixelado nas imagens.

Marco da computação gráfica no cinema: O sistema de partículas de Reeves em Jornada nas Estrelas II: A Ira de Khan

O pesquisador William Reeves criou o método de representação de objetos particulados dinâmicos que ficou conhecido como sistema de partículas, pelo qual se conseguia modelar formas irregulares e fenômenos até então considerados “amorfos” como nuvens, fumaça e espumas das ondas do oceano. A criação de Reeves foi utilizada pela primeira vez em Jornada nas Estrelas II: A Ira de Khan (Star Trek: The Wrath of Khan – 1982), na sequencia que mostrava a ressurreição de um planeta morto. Os efeitos ficaram a cargo da Industrial Light and Magic (ILM). (Referência bibliográfica: Machado, Arlindo. Máquina e imaginário: o desafio das poéticas tecnológicas. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2001).

De acordo, com o professor Arlindo Machado em seu livro Máquina e imaginário: o desafio das poéticas tecnológicas:

“Reeves foi incubido de resolver digitalmente o efeito mais difícil da sequencia: a explosão provocada pelo choque do torpedo contra o planeta morto e o “tapete” de chamas que se espalha por toda a superfície deste último. O resultado foi surpreendente: Reeves conseguiu codificar cerca de meio milhão de partículas de fogo, individualmente definidas em termos de trajetória e oscilações de cor, com um “realismo” tão convincente que uma equipe de filmagem não poderia obter melhor resultado. […] O sistema inteiro funciona de acordo com um modelo estocástico previamente construído: forma, tamanho, cor, densidade e velocidade são dados como propriedades estatísticas do sistema representado. Conforme a sequencia se desenrola, o algoritmo introduz aleatoriamente novas partículas no sistema, remove outras cujo tempo de vida já expirou e desloca as partículas remanescentes ao acaso. O resultado é um objeto fugidio, sem forma ou limites definidos, que lembra vivamente a configuração visual de fenômenos “selvagens” e de difícil formalização, tais como o fogo ou as nuvens.” (Referência bibliográfica: Machado, Arlindo. Máquina e imaginário: o desafio das poéticas tecnológicas. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2001).