A Era do Gelo 4

Sempre bom acompanhar as franquias de filmes que são sucesso de público. Isso acontece com A Era do Gelo cuja trajetória começou em 2002 com o primeiro filme e nos apresentava as aventuras de Manfred (o Mamute), Sid, Diego e do Esquilo (Scrat).

Quando gostamos de um filme e simpatizamos pelos personagens sempre queremos ver a aventura seguinte, mas também torcemos para que a história continue boa e não estrague o cenário dos filmes anteriores. Com A Era do Gelo 4, acredito, que tudo fica bem, a história prende, com mais uma aventura dos três amigos que encontram desta vez, piratas em sua jornada. Claro, que o Scrat consegue roubar a cena sempre que aparece. Para mim, este personagem, como já disse em um post anterior, é um dos mais carismáticos personagens de filmes de animação dos últimos tempos.

Quanto ao trabalho de computação gráfica da equipe da Blue Sky Studios, como sempre está primoroso! E um detalhe que me chamou a atenção na computação gráfica do filme foi a criação do mar. Na verdade, a recriação de elementos da natureza em CG é um detalhe que gosto sempre de prestar bastante atenção. Reparem no mar em CG de A Era do Gelo 4. É incrível como realmente se chegou a um patamar na computação gráfica que não sabemos se tal elemento da natureza é real ou criado em computador. Claro que por ser um filme de animação sabemos que foi realizado em computação gráfica, mas para quem estuda CG e cinema é fantástico observar estes detalhes.

Com isto, relembro das primeiras conquistas da recriação da natureza em filmes como Jornada nas Estrelas 2: A Ira de Khan (1982), com a criação do método de representação de objetos particulados dinâmicos pelo pesquisador William Reeves que ficou conhecido como sistema de partículas, pelo qual se conseguia modelar formas irregulares e fenômenos até então considerados “amorfos” como nuvens, fumaça e espumas das ondas do oceano. (Referência bibliográfica: Machado, Arlindo. Máquina e imaginário: o desafio das poéticas tecnológicas. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2001.)

Então, vale a pena assistir A Era do Gelo 4, pela diversão, pelos carismáticos personagens que já são nossos velhos conhecidos e pelo ótimo trabalho em computação gráfica.

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